ITA Júnior na mídia

ITA Júnior recebe Prêmio Qualidade

O processo conhecido como Customer Relationship Management, ou CRM, é prática comum e de grande importância nas maiores empresas do mundo. Ele consiste em fidelizar os clientes à nossa empresa, e, com isso, criar um relacionamento através da qual clientes antigos nos recomendam a clientes em potencial, ou retornam eles mesmos para a realização de novos projetos.

Todos os anos, a Federação de Empresas Juniores do Estado de São Paulo – FEJESP – realiza o chamado Prêmio da Qualidade, que visa premiar as melhores práticas desenvolvidas por empresas juniores do Estado de São Paulo, em diferentes categorias.

No ano de 2006, o processo de CRM da ITA Júnior, desenvolvido em 2005 por Thiago Costas, atual conselheiro da empresa, concorreu na categoria Processos Internos do Prêmio da Qualidade, obtendo o 2º lugar na classificação final.

Sem dúvida, um gerenciamento de CRM bem realizado juntamente com a prestação de serviços de qualidade é a forma mais eficaz de crescimento da Empresa Júnior. Essa premiação, fruto do trabalho bem estruturado da ITA Júnior ao longo dos últimos anos, é o reconhecimento e a prova da nossa capacidade gerencial e executiva, que a participação na empresa tanto ajuda a enriquecer.

ITA Júnior aproxima alunos do mercado de trabalho

Os alunos da empresa ITA Júnior assinaram mais um contrato, no dia 15 de maio, com a empresa Planck do Brasil – interação que já possibilitou a realização de seis projetos – o que demonstra o nível de satisfação dos clientes. Este último projeto, na área de Computação Gráfica, consiste em simular o funcionamento do retrovisor de um carro através do programa Software 3D Studio Max.

Cada projeto desenvolvido pelos alunos tem valor, prazo, estudo e aplicação diferenciada de acordo com as especialidades e especificações exigidas. Para gerenciar um projeto como este, a empresa conta com a equipe de Relações Comerciais – responsável pelo relacionamento com o cliente durante a execução do projeto, bem como pelo estabelecimento do preço final, montagem da proposta e do contrato em si. Atua em conjunto a equipe de Projetos – responsável pela elaboração da análise dos custos, documentação, cronogramas, informações técnicas e captação de estagiários. Os projetos são executados pelos estagiários, alunos do ITA com conhecimento na área em questão, que, ao serem contratados pela ITA Júnior, têm a oportunidade de demonstrar todo o conhecimento adquirido no Instituto. Vale ressaltar que o estagiário tem a orientação dos professores do ITA, sempre dispostos a colaborar, durante toda a execução dos projetos. Dessa forma, garante o presidente da empresa, o aluno Laurent Delorme Dantas, “os projetos têm o aval de profissionais de alto gabarito, garantindo o padrão de qualidade compatível com o nível de excelência do ITA”.

Os alunos responsáveis por este projeto são Anderson Patrick Alves Pereira (turma 05 de Engenharia Eletrônica) – Gerente de Comércio; Renatha Caldeira Barboza (turma 05 de Engenharia Eletrônica); e, Guilherme Testoni (1o ano do ensino fundamental) – Gerente de Projetos; Daniel de Melo (turma 05 de Engenharia Aeronáutica) – Estagiário.

http://www.ita.br/online/2003/noticias03/juniormercado.htm

Encontro reúne empresas de telecomunicação em São José

Empresários associados ao Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) de São José dos Campos abriram as portas para a empresa ITA Júnior mostrar o trabalho e convidá-los a participar das atividades do Encontro Acadêmico-empresarial de Telecomunicações, o TCOM.

As empresas de novas tecnologias poderão participar do TCOM, que vai acontecer nos dias 9 e 10 de agosto, nas dependências do ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica), em São José dos Campos. O evento será patrocinado pela empresa de telecomunicações Nec, de São Paulo.

A iniciativa da empresa ITA Júnior tem o objetivo de discutir e divulgar aspectos relacionados ao campo das telecomunicações e sistemas auxiliares. A TCOM também visa estabelecer parcerias e negócios entre as empresas, além do contato com a tecnologia criada dentro dos centros acadêmicos.

De acordo com o diretor-executivo da ITA Júnior, Maurício de Oliveira, o encontro é uma excelente oportunidade para que as empresas líderes em seus segmentos apresentem novos conceitos e caminhos a serem seguidos por esse mercado.

“Além dos benefícios da troca de experiências entre as empresas, o encontro busca fomentar o potencial do estudante, trazendo para dentro da universidade experiência e maturidade presentes no mercado, além do aprendizado de novas tecnologias não constantes no currículo regular nos cursos da área”, comenta.

O presidente do Ciesp de São José, Felipe Cury, destacou a importância da interação entre novos empreendedores e as empresas da área, em última reunião ocorrida da entidade, este mês.

Estratégia

A escolha de São José dos Campos para sediar um encontro do gênero não foi por acaso. Além da cidade contar com importantes centros de pesquisa e desenvolvimento, como o Inpe, CTA e ITA, ainda possui forte vocação tecnológica, notadamente nos ramos aeroespacial, automobilística e das telecomunicações.

Além desse potencial, São José ainda possui a quarta arrecadação de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do Estado de São Paulo, graças ao grande parque composto de aproximadamente 900 empresas classificadas entre micro, pequena, média e grande porte.

http://jornal.valeparaibano.com.br/2001/05/25/especial/ita.html

Proximidade com o mercado

ITA Júnior conquista espaços cada vez maiores no ramo de consultoria tecnológica. Conheça quais foram as trajetórias da empresa para conquistar este patamar.

Meio acadêmico e o mercado de trabalho, mundos que muitas vezes percorrem caminhos distintos. Mas, como fazê-los andar de mãos dadas? A solução encontrada pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) foi a criação da ITA Júnior, empresa júnior multidisciplinar que desde 1992 presta serviços de consultoria tecnológica e estratégica, realizando projetos nas áreas de Engenharia e Informática.

Segundo a presidente da empresa, Sandra Reineri, essa iniciativa contribui para o desenvolvimento do aprendizado do universitário e complementa a formação do engenheiro. “Além de proporcionar novos conhecimentos importantes para a formação profissional dos membros, colabora para o progresso da comunidade, oferecendo soluções inovadoras em Informática e Engenharia”, conta.

Ao longo destes treze anos de existência, a ITA Júnior busca ser uma referência em consultoria tecnológica, oferecendo produtos de qualidade por um preço abaixo do encontrado no mercado. A marca associada à instituição de Ensino Superior dá credibilidade para a conquista de espaços cada vez maiores no mercado de trabalho. Desta forma, os clientes alvos vão de micros a grandes empresas. “Apesar de ser um grande nome, o crescimento de nossa empresa está associada a qualidade do serviço prestado”, assegura Sandra.

Embora seja uma associação sem fins lucrativos, o dinheiro é necessário para que ela possa se manter. “Membros da consultora não são remunerados. Já os estagiários que implementam os projetos recebem de acordo com os serviços prestados. O lucro da empresa é revertido para o desenvolvimento da própria consultora. Investimentos em treinamento dos membros e em infra-estrutura”, explica a presidente. Em 2004, o rendimento bruto da ITA Júnior fechou em R$ 20.000,00. “Concluímos o ano com oito projetos, esse ano já alcançamos uma dúzia, o que garante um rendimento ainda maior”.

A ITA Júnior é composta por aproximadamente 40 membros que são divididos em cinco áreas: Administração, Qualidade, Recursos Humanos, Projetos e Marketing. Vale ressaltar que todos são alunos da universidade. E mais, os professores do instituto apenas orientam os membros na implementação dos projetos.

Seleção

A busca por uma oportunidade na ITA Júnior aumenta de acordo com o seu crescimento. Mas para integrar os quadros de membros da empresa é preciso passar por uma seleção bastante rigorosa e concorrida. “Geralmente são 40 candidatos para 10 vagas”, afirma a presidente. Os processos seletivos são realizados de acordo com o surgimento das vagas e elaborados em três etapas: integração; dinâmicas; e entrevista.

Os membros permanecem no mandato por até três anos, com possibilidades de mudanças de funções. No entanto, para a transmissão de cargo não existem eleições. Segundo Sandra, a diretoria anterior faz uma análise dos membros, considerando os perfis e interesses, para montar a próxima diretoria.

A seleção dos estagiários é realizada por meio de análises de currículo e as vagas surgem conforme a demanda da empresa. “São vagas flexíveis”, explica Sandra. “Nós analisamos os conhecimentos necessários para o desenvolvimento do projeto”.

Há três meses na ITA Júnior, o estudante de Engenharia de Comunicação, Lucas Andrade Gomes Silveira, afirma que a oportunidade de trabalhar em empresas juniores é um meio de aperfeiçoar os conhecimentos adquiridos em sala de aula. “Na formação acadêmica recebemos muitas orientações teórica, mas a prática é bastante defasada. Resolvi entrar na ITA Júnior justamente para ter uma experiência prática e para me preparar para encarar o mercado de trabalho”.

http://www.universia.com.br/rue/materia.jsp?materia=9128

Eles querem botar a mão na massa

Aproximação com o mercado, trabalho em equipe e estímulo ao empreendedorismo atraem estudantes universitários para as empresas juniores

A aluna do terceiro ano de Administração da Universidade Federal de Sergipe (UFSE) Amanda Marques está prestes a se tornar dona de uma agência que presta serviços de publicidade, comunicação e assessoria de imprensa. Com apenas 20 anos de idade, ela se acha preparada para administrar a Verscom, que residirá no Centro Incubador de Empresas de Sergipe (CISE). A empreendedora atribui a segurança à experiência adquirida durante os dois anos em que integrou a Empresa Junior de Administração da

UFSE. “Na empresa júnior você obtém uma visão gerencial e utiliza ferramentas do seu curso para propor soluções aos clientes. Essa experiência me deu uma bagagem bem maior”, afirma.

Amanda é somente uma entre os milhares de estudantes universitários e empreendedores que trabalharam nas empresas juniores espalhadas pelas universidades brasileiras. O número só não é maior porque os candidatos a uma vaga nas chamadas EJs enfrentam um concorrido processo seletivo – de quebra, o aluno vive a difícil experiência de disputar um emprego. Na Consulte Jr., da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), por exemplo, a escolha dos novos integrantes se dá em três etapas: entrevista, dinâmica

de grupo e um teste psicotécnico.

Aos que desejam ingressar na mais antiga empresa júnior do país, a EJFGV, da Fundação Getulio Vargas, não basta ser aprovado no processo seletivo. Para fazer

parte da equipe fixa da EJFGV, os estudantes aprovados na primeira etapa precisam participar de um trainee. “Após seis meses de curso o candidato passa por uma avaliação de desempenho. Se for aprovado,

torna-se membro efetivo e começa a coordenar projetos”, diz o presidente da EJFGV, Filipe Stremlow, de 19 anos, que cursa o quarto semestre de Administração.

Criada em 1988, a EJFGV foi a primeira empresa júnior da América Latina. Em 20 anos de história, realizou mais de 400 projetos de consultoria, executados por alunos de graduação dos cursos de Adminisração, Economia e Direito da FGVEaesp

A iniciativa se espalhou rapidamente pelo Brasil e as empresas juniores passaram a adotar estrutura semelhante à das grandes corporações. Há a presidência e as diretorias, que geralmente são divididas

em administrativa, recursos humanos, marketing e projetos.

Desde 2003, as EJs também contam com uma entidade representativa: a Confederação Brasileira de Empresas Juniores, chamada Brasil Júnior. “Para consolidar o movimento era necessário que houvesse um órgão capaz de unir as federações estaduais de empresas juniores”, afirma o presidente da entidade, Rafael Martines. Atualmente, a Brasil Júnior conta com nove federações afiliadas. Dentre as ações promovidas pela entidade está a implantação do sistema de indicadores que compara o desempenho das empresas juniores no país, além da organização do Encontro Nacional de Empresas Juniores – evento anual que reúne cerca de 800 estudantes a cada edição.

Vantagens

Independentemente da universidade, o que atrai tantos alunos às empresas juniores é a oportunidade de aprender na prática. “Na EJ eu tenho a possibilidade de desenvolver habilidades que não são estimuladas dentro da sala de aula. É preciso ter espírito empreendedor para pensar em novos projetos e fazer com que a empresa dê certo”, afirma o presidente da Empresa Júnior do Instituto Tecnológico Aeronáutico (ITA Jr.), Gustavo Bomfim, de 22 anos, estudante de Engenharia Aeronáutica.

Para o professor do ITA e orientador de alguns projetos da ITA Jr., Cláudio Jorge Alves, essa experiência torna-se essencial porque representa o primeiro contato do aluno com uma atividade de consultoria. “Eu percebo a motivação do  estudante em ver o professor resolver um problema na prática. Dessa forma, ele tem a consciência da importância daquilo que ele aprende nas aulas”, destaca.

A relação entre estudantes e professores nas empresas juniores varia conforme a universidade. Na EJFGV, os alunos procuram os docentes apenas quando há alguma dúvida em relação ao projeto, diferentemente da ITA Jr., que conta com um professor especializado em cada área para instruir os estudantes e assinar os contratos.

Por serem instituições sem fins lucrativos, as empresas juniores não pagam salários aos alunos, exigindo trabalho voluntário – o faturamento da empresa cobre apenas despesas operacionais, como telefone e viagens. “Não somos remunerados, mas recebemos uma pequena porcentagem do valor dos projetos como forma de estímulo. O objetivo primordial da EJ é a capacitação do estudante”, enfatiza o presidente da Consulte Jr., Wiliam Jordão, de 22 anos.

Apesar de algumas empresas juniores terem clientes de grande porte em seu portfolio, a maior parte dos interessados no trabalho desenvolvido pelos estudantes é formada por micro e pequenos empresários que não têm condições financeiras de contratar uma consultoria. “É bom para os dois lados, pois os alunos gerenciam todas as etapas do processo e o cliente recebe um trabalho de qualidade, por um custo abaixo do de mercado”, avalia o professor da ITA Jr. Cláudio Jorge Alves. Entretanto, ele ressalta que o sucesso da consultoria depende da pressa do freguês. Quando se busca uma solução rápida, a contratação de uma empresa júnior não é a mais indicada. Afinal, os alunos também têm que se dedicar aos estudos.

D’ÁVILA, Diogo. Eles querem botar a mão na massa. Locus Educacional, Natal. América do Norte, n° 51, p.32 – 33, jan. 2008.